O primeiro grande vilão do Homem-Aranha

Fala Spiderhead, beleza? Hoje trago para você quem foi o primeiro grande vilão a ter a honra de levar porrada do Cabeça de Teia (DICA: Ele não tem um rosto muito confiável!), então recarregue seus lançadores de teia, vista seu uniforme e venha comigo para o ponto inicial da grande galeria de vilões do Aranha.

Para deixar claro…

Antes de tudo, vale a pena ressaltar que o primeiro vilão do Aracnídeo foi logicamente o homem que matou seu tio Ben, porém ele era um bandido comum e não representava grande ameaça à figura do Homem-Aranha que foi formada naquele momento, no entanto, após assumir a identidade de herói de uma vez por todas, se viu enfrentando algo que não era exatamente um “bandido qualquer”, e é dele que iremos falar hoje. 

Primeira aparição e habilidades

Tendo sua primeira aparição na revista The Amazing Spider-Man #1, o Camaleão (alter ego de Dmitri Anatoly Nikolayevich Smerdyakov) é um cidadão russo que inaugurou o que viria a ser uma grande coletânea de vilões do Homem-Aranha se mostrando um adversário à altura. 

Extremamente inteligente e perspicaz, o Camaleão tem força acima na média (não exatamente sobre-humana) e possui o poder de mudar a pigmentação de sua pele para assumir a identidade de outra pessoa (tudo isso decorrente do efeito de um soro que ele aplicou em si próprio), além de usar um tecido especial que pode se modelar à aparência de qualquer roupa, porém estes “incrementos” foram adicionados ao longo do tempo, na sua primeira aparição não era bem assim. 

O “poder” de disfarce do Camaleão em seu início de carreira não era exatamente um poder e sim o uso de máscaras perfeitas que ele mesmo confeccionava (além de maquiagem e diversos tipos de roupas) para se passar por outras pessoas, inclusive esse foi um dos motivos do Cabeça de Teia notá-lo em sua primeira aparição. 

Camaleão – Primeira Aparição

Uma armadilha e grandes problemas

Que o Homem-Aranha precisa de dinheiro não é novidade para ninguém e, usando a esperteza, o Camaleão enviou uma mensagem para ele usando uma máquina que codificou o conteúdo de um jeito que só os sentidos de aranha iriam capturar os sinais emitidos fazendo com que mais ninguém ouvisse ou tivesse acesso à mensagem, a qual dizia: “Homem-Aranha! Encontre-me no topo do Edifício Lark às dez da noite! Você sairá lucrando!”, não foi preciso repetir novamente e lá estava nosso pobre herói em busca de algum dinheiro e caindo como um pato na armadilha. 

A cidade já era ensinada a não gostar do Homem-Aranha desde o começo (cortesia de J. Jonah Jameson) e após o nosso herói ser visto praticando um furto no Departamento de Defesa essa tese foi confirmada e o Aracnídeo se viu encrencado. O que ninguém fazia ideia era que na verdade, quem praticou o roubo dos documentos (Planos de um Míssil) era o Camaleão com um disfarce idêntico ao do Homem-Aranha (inclusive usando um dispositivo para simular a teia do herói). 

O plano do Camaleão estava perfeito, o Teioso apareceu em busca da grana bem na hora que ele estava fugindo de helicóptero, e como o ardiloso vilão estava usando o disfarce do herói, a polícia chegou ao topo do Edifício Lark em busca do criminoso e acabou encontrando o próprio Homem-Aranha que, para poder fugir, prendeu os policiais em sua teia. Já irritado, estava indo embora quando se lembrou de ter visto um helicóptero que parecia ter decolado do edifício e associou ao criminoso fugitivo. 

Momento em que o Camaleão envia a mensagem ao Homem-Aranha

Uma perseguição frenética e a última cartada do vilão 

Usando seu sentido aranha, conseguiu localizar o veículo voador que transportava o Camaleão e foi ao seu encontro, usando um paraquedas feito de teia planou sobre as águas até pousar em uma lancha e seguir na perseguição. Um submarino (aliado ao Camaleão)  havia emergido para receber os Planos que o vilão levava consigo, neste momento, o Homem-Aranha usou suas teias para prender a escotilha do submarino para que ninguém conseguisse sair lá de dentro, e, usando o impulso de sua teia, chegou até o helicóptero. Embora o Camaleão tentasse todo tipo de manobra para derrubar o Homem-Aranha ele não conseguiu realizar este feito e ficou surpreso quando o herói arrancou a porta do helicóptero com a mão e o obrigou a pilotar de volta ao edifício. 

   Antes que a polícia tivesse ido embora, o nosso herói chegou com o vilão até o topo do edifício mostrando quem realmente havia roubado os Planos, porém, num movimento de rapidez o Camaleão jogou uma cápsula no chão que emergiu uma cortina densa de fumaça suficiente para ele escapar para dentro do prédio, chegando lá, fez uma troca rápida de disfarce assumindo a identidade de um policial, logo estavam todos na mesma sala aonde um dos policiais era o próprio Camaleão. Na esperança de evitar o contato visual e fugir na surdina, o vilão desligou as luzes (sem saber que os “sensores de aranha” do herói não serviam apenas para receber mensagens codificadas, mas também para identificar o perigo em volta) mas, o Homem-Aranha identificou o impostor e segurou ele para que não fugisse. Usando uma cartada final desesperada, começou a pedir socorro (pense num cara chato!) alegando que o Camaleão disfarçado de Homem-Aranha o havia pego, nisso os outros policiais (após religarem as luzes) atacaram o herói sem questionar mas, para a sorte do Teioso, durante a tentativa de imobilizá-lo ele acabou rasgando a roupa do “policial” Camaleão e se desvencilhou dos demais indo até uma janela e fugindo. Graças ao rasgão, foi identificado o disfarce do Aranha por baixo da roupa e concluíram que aquele era o impostor chegando assim ao final dessa saga um tanto quanto frenética, curiosa e confusa.

Camaleão (disfarçado) desligando as luzes na tentativa de enganar o Cabeça de Teia

Considerações Finais 

Obrigado por me acompanhar até aqui, espero que tenha gostado deste artigo e vibrado com a primeira grande aventura do Cabeça de Teia. Siga-nos em nossas redes sociais, se inscreva no Formulário para receber as notificações por e-mail e acompanhe o blog para ficar por dentro das próximas publicações, vejo você no próximo artigo.

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