SpiderCrítica – Marvel’s Spider-Man: Miles Morales [COM SPOILERS]

 Fala Spiderhead, beleza? Após tanto tempo de espera e muita ansiedade pelo jogo, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales foi finalmente lançado para PS4 e PS5 para deleite da Aracno-Nação, mas, hoje estou aqui para tecer algumas críticas ao jogo e dizer o que ele trouxe de pontos fortes e fracos para nós. Então recarregue seus lançadores de teias, vista seu uniforme e vamos juntos descobrir o que nosso amigo Miles Morales reservou em seu jogo. 

Pontos Fortes 

Eu não poderia iniciar a crítica falando de outra coisa que não fosse a fluidez do jogo, os controles para fazer as ações dentro do game são ensinadas dentro da própria história, alternando com as Cutscenes que, como em Marvel’s Spider-Man de 2018, traz o Miles com o uniforme que você estiver utilizando na hora, ou seja, as Cutscenes são adaptáveis ao seu traje, muito maneiro! Por ter uma fluidez espetacular, o jogo se parece com um filme jogável (no bom sentido) e faz com que o jogador ou a pessoa que está assistindo uma série no YouTube queiram continuar a jogar ou assistir sem parar. 

   Um outro ponto muito marcante é a trilha sonora, se o Miles pudesse escolher as músicas daquele jogo, certeza que seriam as mesmas que são mostradas para nós, a trilha sonora tem tudo a ver com o personagem e as músicas intercalam entre o momento de tensão, momento de luta e momentos tristes e bonitos que ocorrem durante a aventura, é tudo muito bem encaixado e, claro, a música é uma das grandes responsáveis por isso, mais um ponto pra Insomniac Games

   A desenvolvedora soube aproveitar muito bem as coisas boas que tivemos em Marvel’s Spider-Man para replicar no novo jogo do Miles Morales, e mais um exemplo forte disso são as missões secundárias, os colecionáveis e, claro, os uniformes desbloqueáveis. Após finalizar o Modo História (que falarei mais pra frente), o jogador não sente a necessidade de deixar o jogo pra lá, mas sim, de continuar e descobrir os colecionáveis, fazer as missões secundárias que são muito interessantes e o principal (pelo menos para mim), desbloquear os uniformes extremamente bem feitos por parte da Insomniac Games

Modo História 

Marvel’s Spider-Man: Miles Morales trouxe uma história enxuta e que faz valer a espera, no game, somos apresentados à Ganke (grande amigo e ajudante de Miles Morales na vida de Homem-Aranha), ao seu Tio Aaron que já é bastante conhecido nas HQ’s do Miles e também na espetacular animação Homem-Aranha: No Aranhaverso, sua mãe Rio Morales que já foi apresentada em Marvel’s Spider-Man mas aqui ganha uma maior profundidade e, a umas das principais personagens do jogo, Phin Mason, amiga de infância e possível interesse amoroso de Miles Morales. 

   Phin tem um irmão mais velho, Rick Mason, que também é um grande amigo de Miles Morales. E é a morte de Rick pelas mãos da empresa Roxxon que dá o pontapé inicial na história que se passa em Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, no decorrer do jogo, é revelado que Rick descobriu os efeitos devastadores do Nuform, a fonte de energia utilizada pela Roxxon, e acabou sendo morto na frente de sua irmã Phin enquanto tentava destruir o projeto. 

   Para se vingar da morte do irmão contra o CEO da Roxxon Simon Krieger, Phin forma uma união com um grupo conhecido como Underground e se transforma na Tinkerer (conhecido nos quadrinhos do Homem-Aranha como “O Consertador”, eu já trouxe para este blog a história sobre o primeiro confronto entre ele e o Homem-Aranha nas HQ’s, não deixe de conferir!) 

  A luta entre Tinkerer e o Underground contra Simon Krieger e a Roxxon, acaba por fazer Miles chegar até eles e entrar de uma vez por todas no meio dessa briga. Durante o primeiro confronto entre Miles e a Tinkerer, o garoto descobre que a Tinkerer é na verdade, sua amiga de infância Phin Mason, e isso o deixa abalado. Num confronto posterior entre os dois, é a vez de Phin descobrir que o Homem-Aranha é na verdade, o Miles Morales, e isso também mexe bastante com ela. 

  O plano final de Phin era destruir a construção Roxxon Energy Plaza com um catalisador sobrecarregado de energia Nuform, provando para todos que aquele tipo de energia era perigoso. 

   No entanto, o que Miles tentou avisar e ela não quis ouvir era que Simon Krieger estava por dentro do plano dela e havia modificado o reator construído por ela para que o reator não destruísse apenas o prédio da Roxxon, como ela queria, mas sim todo o bairro do Harlem

   Cega pela raiva, Phin ignora todos os avisos de Miles que tentava parar sua fúria desenfreada e cobrava racionalidade para ela e continua seu ataque, dando início à luta final do jogo, no entanto, quando ela percebe que Miles estava falando a verdade, a moça se sacrifica para destruir o Nuform nos céus da cidade para que o impacto não atingisse as pessoas, salvando assim todo o bairro do Harlem. 

Pontos Fracos 

Mas como nem tudo é um mar de rosas, hora de contar os pontos fracos que também existem nesse jogo. A dublagem (localização) no geral é bem feita, porém, um erro que vem desde o Marvel’s Spider-Man PS4 de 2018 permanece nesse novo jogo e ainda me incomoda:  

A não-tradução dos nomes de vilões clássicos do herói: Em vez de falar Abutre, os personagens falam Vulture (Abutre em inglês), em vez de Gatuno é falado Prowler (Gatuno em inglês), no lugar de Rei do Crime é falado Kingpin (Rei do Crime em inglês) e até para se referir ao Homem-Aranha, eles se referem como Spider-Man (Esse aqui eu não preciso dizer o que significa!), inclusive Tinkerer, que já foi citado anteriormente, deveria ser A Consertadora (Pois é a Phin que assume este papel no jogo). 

   As expressões faciais no geral são muito boas, no entanto, em determinados frames é possível ver uma “robotizada” em alguns dos movimentos, mas nada que tire o brilhantismo geral das expressões. 

   Na parte em que Miles Morales, sua mãe e seus amigos estão reunidos na mesa para a ceia de Natal, Rio Morales (mãe de Miles) fala uma frase para a Phin que não foi traduzida e ficou com o áudio original em inglês, demonstrando assim mais uma pequena falha na localização do jogo. 

Considerações Finais 

 O que achou das Críticas? Tem algo a mais para pontuar? Deixe suas opiniões nos comentários. 

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